Voltar - Página Inicial Comentários Contactos Links Mapa do Site Definir como Homepage Adicionar aos Favoritos Canal de Conversação
Search

Programa Grande Gala Equestre do 25º Aniversário da EPAE 2004


Imprimir
Sbado, 18 de Setembro
19:30 Abertura das portas

21:00 Início do espectáculo - Guia detalhado do Espectáculos:

1. Primeiro número:
ABERTURA (Saumur – Jerez – Lisboa)

o Coronel Loïc de La Porte du Theil, Écuyer en Chef du Cadre Noir de Saumur, D. José Maria Cobos, Mestre Picador Chefe da Real Escola Andaluza de Arte Equestre, Dr. Filipe Graciosa, Director e Mestre Picador Chefe da Escola Portuguesa de Arte Equestre, e os Picadores das três escolas reunidas apresentam a Grande Gala do 25º aniversário da Escola Portuguesa de Arte Equestre.
Esta excepcional soirée de aniversário constitui um inédito encontro entre as Escolas Francesa, Espanhola e Portuguesa, que decorrerá sob o signo da amizade, da partilha de culturas e tradições.


2. Segundo número:
‘PAS DE DEUX’ (Lisboa)

Em Portugal, a Real Picaria encerrou devido à guerra no séc. XIX; mas, através de alguns Picadores e da Tauromaquia Equestre, os seus ensinamentos e tradição mantiveram-se – não deixando nunca de influenciar a maneira de montar em Portugal. O seu estilo é ainda hoje bem vivo.

Picador Ajudante Nuno Cavaco, montando Leal
Picador Ajudante Joaquim Salvador, montando Jacob


3. Terceiro número:
‘PILÕES MÓVEIS’ (Saumur)

Para concentrar os cavalos e para melhorar a posição em sela, e o ‘assiete’ dos cavaleiros, os Mestres Picadores do Cadre Noir de Saumur, antes de amarrarem os cavalos aos pilões fixos, substituíam-nos por dois picadores.
Os Mestres Antigos diziam: «O trabalho aos pilões dá espírito aos cavalos».

Mestre Picador Courrèges
Vincent Pottier
Sébastien Goyheneix
Mdl C. Jean Flottes, montando Utrillo de Moens


4. Quarto número:
‘AL SON DE LA GARROCHA’ (Jerez)

A ‘Doma Vaquera’ exige um cavalo maneável e rápido.
Um cavaleiro espanhol com a sua garrocha faz-nos imaginar, durante alguns minutos, o trabalho do controlo do gado; a passo e a galope, o cavalo desenvolve ladeares, contra-passagens de mão, piruetas e passagens de mão.

Mestre Picador Rafael Soto, montando Obispado


5. Quinto número:
‘RÉDEAS LONGAS’ (Saumur – Jerez – Lisboa)

Utilizadas pelos ancestrais para preparar os cavalos a entrar nos pilões, as rédeas longas mais precisas do que a guia permitem variar o trabalho do cavalo e são uma ajuda preciosa para o seu ensino; o Aspirante Paulo Sérgio apresenta o garanhão Alter Real Leal (num trabalho de alta escola em rédeas longas) e o Picador Manolo Ruiz apresenta o Judio.
Empregues nos obstáculos, as rédeas longas sem o peso do cavaleiro permitem melhorar o estilo e a franqueza do cavalo. O Picador do Cadre Noir Olivier Puls apresenta o cavalo de Selle Français ‘Beau d’Isle’ num trabalho de rédeas longas em obstáculos. «A equitação, seja qual for a prática utilizada, é a arte de explorar a impulsão… não é senão isso… mas é sempre isso».


6. Sexto número:
‘PAS DE QUATRE’ (Saumur – Jerez)

Durante as apresentações colectivas de equitação académica, às exigências de execução individual junta-se a harmonia do conjunto…
A arte equestre assemelha-se à arte coreográfica. Acompanhada por música, a equitação assemelha-se então à dança clássica…
Duas jovens aspirantes Picadores do Cadre Noir de Saumur e dois Picadores da Real Escola Andaluza de Jerez de la Frontera apresentam o ‘Pas de Quatre’.

Picadores (Saumur)
Nadèje Bourdon, montando Jubilé
Laurence Sautet, Elite du Clos
Picadores (Jerez)
Mestre Picador Rafael Soto, montando Enojado
Ignacio Lopez, montando Mechero


7. Sétimo número:
‘COUDELARIA DE ALTER’ (Lisboa)
Grupo de éguas afilhadas

O grupo das 60 éguas fantis da Real Coudelaria de Alter constitui «um verdadeiro monumento zootécnico».
Há precisamente 256 anos, El-Rei D. João V realiza um dos seus sonhos: monta a Coudelaria de Alter, fixando-a em Alter do Chão porque nessa época os cavalos dessa região eram considerados os melhores do país.
Os poldros são desmamados em Outubro, sendo recriados como no séc. XVIII no Mouchão do Salgueiral, à sombra dos seculares salgueiros no concelho da Azambuja e ingressando nas cavalariças da EPAE passadas três primaveras.
O decano ‘Baú’, há 18 anos ao serviço da EPAE, montado pelo mais jovem cavaleiro – Salvador Figueiredo – mostra-se orgulhoso pela sua peara de poldros de 2004.


INTERVALO:
Demonstração da Falcoaria da Coudelaria de Alter

Complemento do cavalo Alter Real

A Falcoaria é a arte antiga de adestrar e caçar com aves de presa. As suas origens perdem-se no tempo e as suas ligações ao cavalo também. Símbolo de grande prestígio entre as cortes europeias, a falcoaria conheceu grandes tradições em Portugal, onde floresceu em grande estilo barroco na segunda metade do século XVIII. Recuperar a memória desses tempos e fazer renascer esta antiga tradição portuguesa, foi o objectivo do Serviço Nacional Coudélico quando, em 1998, por ocasião das comemorações do 250º aniversário da Coudelaria de Alter, lançou o projecto de instalação da Falcoaria.
Hoje a Falcoaria da Coudelaria de Alter repõe em cena as antigas técnicas medievais e desenvolve diversas actividades que conciliam tradição e cultura, com animação turística e educação ambiental, de onde ressalta mais uma aplicação do cavalo Alter Real.



8. Oitavo número:
‘ARES ALTOS’ (Saumur – Jerez – Lisboa)

a) Portugal: Codificados no séc. XVIII, os Ares Altos e saltos de escola tradicionais são ainda hoje praticados pelos picadores da Escola Portuguesa de Arte Equestre. O típico trabalho sobre os estrados era utilizado para a preparação dos cavalos para os acostumar a atravessar pontes em madeira; os Ares Altos enriqueciam antigamente os carrosséis. Apresentamos um quadro chamado Picadeiro Real.

b) Espanha: Da mão do homem e com as rédeas, o cavalo espanhol escuta a chamada e executa o exercício que se lhe manda; neste número, os cavalos são conduzidos à mão executando passo espanhol e ‘piaffer’ à mão entre pilões.
Da concentração e do ‘piaffer’ nascem os exercícios da antiga equitação, como as capriolas e as curvetas.

c) França: Na origem, os Ares Altos e saltos de escola servem em Saumur para formar os jovens recrutas e fazer-lhes adquirir a solidez e a descontracção em sela graças ao emprego dos pilões (aqui substituídos por dois picadores). Os Ares Altos evoluíram e os picadores do Cadre Noir apresentam-nos em reprise colectiva (‘courbettes’ e ‘croupades’ em conjunto).

d) A Capriola (três Escolas juntas): A capriola é o salto de Escola mais difícil e o mais perfeito.

Saumur
Mestre Picador Pierrard, montando Condé d’Or
Mestre Picador Courrèges, montando Vérial d’Irleau
Picador Sébastien Goyheneix, montando Galant d’Halary
Picador Mdl C Flottes, montando Utrillo de Moens
Picador Vincent Pottier, montando Valrose Dornat
Jerez
Picador Francisco José Garcia, montando Taranto
Picador Antonio Cid, montando Tabernero
Picador José Gutierrez, montando Navegador
Picador Ignacio Lopez, montando Triunfo
Picador Juan Rubio, montando Juguetón
Picador Ignacio Rambla, montando Grullo
Picador Ignacio López, montando Mechero
Picador José María Sánchez, montando Bolero
Picador Manuel Ruiz, montando Enojado
Lisboa
Mestre Picador João Pedro Rodrigues, montando Jobim
Mestre Picador António Monteiro, montando Jumbo
Picador Bessa de Carvalho, montando Marlboro
Picador Vasco Pinto, montando Mabeco
Picador Aspirante Júlio Borba, montando Hucal


9. Nono número:
‘GRANDES MESTRES EUROPEUS’ (Saumur – Lisboa)

No séc. XVIII, o mestre francês François Robichon de la Guérinière traz à equitação graça e finura. Verdadeiro pai da equitação, codifica a espádua a dentro esse exercício de preparação, conhecido como o primeiro e o último a pedir a um cavalo.
Às ordens do seu primeiro Écuyer-en-Chef, Monsieur Cordier, o picadeiro de Saumur apresenta um primeiro carrossel em 1828. O Conde d’Aure desenvolve uma equitação natural e instintiva.
François Baucher expõe o seu método em Saumur. Para ele todo o ensino do cavalo deve ser feito de flexões a pé em complemento do trabalho montado. Desta página da história equestre nasceu a doutrina francesa magistralmente fixada pelo General l’Hotte com as palavras «calmo, para diante e direito».
Por sua vez, em Portugal D. Pedro José de Alcântara, 4º Marquês de Marialva e responsável pela academia da corte, atingiu um nível tão elevado que os seus ensinamentos felizmente chegaram aos nossos dias codificados no livro do seu aluno Manuel Carlos d’Andrade, chamando-se ainda hoje ‘Arte de Marialva’ à arte de bem montar a cavalo em Portugal.
Esta equitação chegou até nós pelas tradições tauromáquicas equestres bem como alguns antigos Mestres, atingindo o seu auge com o conhecido cavaleiro internacional Mestre Nuno Oliveira que brilhantemente soube conciliar a equitação da Picaria Antiga com as inovações de Baucher, assim como de outros Mestres mais actuais, chegando-se assim à «Equitação de Expressão Latina…»

Monsieur de la Guérinière: Mestre Picador Pierrard, montando Condé d’Or
Monsieur Cordier: Picador Sébastien Goyheneix, montando Galant d’Halary
Le Comte d’Aure: Picador Jean-Jacques Boisson, montando Emisphère
François Baucher: Picador Nadèje Bourdon - Jubilé
General L’Hotte: Picador Courrèjes, montando Up and Sea
Marquês de Marialva: Mestre Picador Chefe Filipe Graciosa, montando Muibom
Manuel Carlos d’Andrade: Picador Nuno Cavaco, montando Hircino
Mestre Nuno Oliveira: Picador João Quintas, montando Niago


10. Décimo número:
‘PAS DE TROIS’ (Saumur – Jerez – Lisboa)

Os cavalos e os uniformes são diferentes, mas a equitação portuguesa, francesa ou espanhola é a mesma… assim dizia Mestre Nuno de Oliveira: «A Equitação de Expressão Latina é caracterizada pela ligeireza e a graça de um cavalo, perfeitamente descontraído dando a impressão de se apresentar sozinho sem as ajudas do seu cavaleiro».
Um Selle Français, um Andaluz e um Lusitano são apresentados num ‘pas de trois’ de equitação académica.

Picador Jean-Luc Guntz, montando Manhattan
Mestre Picador-Chefe José Maria Sánchez, montando Impético
Mestre Picador-Chefe Filipe Graciosa, montando Helxir


11. Décimo primeiro número:
‘A LA BELLE ÉPOQUE à Saumur’ (Saumur)

Na Belle Époque em Saumur, os Picadores, seguindo a sua imaginação, lançavam-se muitas vezes em desafios…
O salto da mesa é sem dúvida o exemplo mais conhecido, mas existem outros desafios que os Picadores realizavam com mais audácia e destreza. Saltar uma mesa onde Picadores franceses, espanhóis e portugueses estão reunidos de copo na mão… é um exercício seguramente original!
E se saltar uma cadeira? Agora uma dupla de cadeiras…
E três cadeiras seguidas? Melhor. Mas, se imaginarmos, é ainda mais audacioso saltar um simples poste na vertical que, quando o cavalo se aproxima, desaparece do seu campo de visão. O exercício requer extrema confiança e perfeita harmonia entre o cavaleiro e o seu cavalo.
Audácia, humor e cortesia dentro de um ambiente festivo… tudo isto é espírito de cavaleiro, perpetuado em Saumur há gerações! «O culto da tradição não exclui o amor do progresso»: o Picador e o seu cavalo podem demonstrá-lo para nosso prazer.

Picador Jean-Jacques de Boisson, montando Emisphère


12. Décimo segundo número:
‘PIAFFER E PASSAGE’ (Saumur – Jerez – Lisboa)

Entre as mais altas dificuldades da Alta Escola, o ‘piaffer’, a ‘passage’ e as suas transições são exercícios apreciados em competição até nos Jogos Olímpicos.

Mestre Picador Jean-Luc Guntz, montando Manhattan
Mestre Picador Ignacio Rambla, montando Grullo
Mestre Picador-Chefe Filipe Graciosa, montando Helxir
Picador Ricardo Ramalho, montando Hexique
Picador Ajudante Vasco Pinto, montando Que-Jambo


13. Décimo terceiro número:
‘CARROSSEL DA ESCOLA PORTUGUESA DE ARTE EQUESTRE’ (Lisboa)

Espectáculo nacional português por excelência cultivado por soberanos e aristocratas, a tauromaquia sempre foi muito popular e permite aos cavaleiros portugueses manter – além de um gosto artístico autêntico e refinado – o mesmo tipo de cavalo, a mesma equitação, os mesmos trajes e selas que se utilizavam no picadeiro real em Lisboa. Conduzido pelo Mestre Picador Filipe Graciosa, eis o carrossel da Escola Portuguesa de Arte Equestre.


14. Décimo quarto número:
‘GRANDE FINAL’ (Saumur – Jerez – Lisboa)

Ultrapassando fronteiras e diferenças numa excepcional soirée sob o signo da amizade e da partilha das nossas culturas, os Picadores do Cadre Noir de Saumur, da Real Escola Andaluza e da Escola Portuguesa de Arte Equestre evocam as tradições equestres.

Mestre Picador-Chefe Coronel Loïc de la Porte du Theil,
Mestre Picador-Chefe José Maria Cobos,
Mestre Picador-Chefe Filipe Graciosa
e respectivas escolas num grande final!


Preçário Adulto:
Bancada 2 - 10 €
Bancada 1 Frontal - 35 €
Bancada 1 Lateral - 25 €
Business Seats Frontal - 60 €
Business Seats Lateral - 50 €

Preçário Sénior:
Bancada 2 - 7,5 €
Bancada 1 Frontal - 25 €
Bancada 1 Lateral - 20 €

Preçário Crianças (3-12):
Bancada 2 - 5 €
Bancada 1 Frontal - 20 €
Bancada 1 Lateral - 15 €

os bilhetes podem ser comprados pela internet, clique aqui
 


Contactos
Contacto:    Isabel Sampaio
Tel:    00351213034900
Fax:   
Morada:    Pavilhão Atlântico - Lisboa
(©) Copyright Cavalonet 2000 - 2013