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Notícias Equestres


Língua azul - Febre catarral ovina
05/11/2004
Muito se tem falado por estes dias no problema da “língua azul” e implicações para quem traz cavalos à Golegã pelo S. Martinho.

Para esclarecer e desdramatizar a situação publicamos em anexo o edital da Direcção Geral de Veterinária – Ministério da Agricultura, Pescas e Florestas, no qual a única referência que se faz a equídeos é no ponto 7: “Para a circulação de Equinos de e para as zonas de protecção e de vigilância é obrigatória a desinsectização prévia dos animais a transportar, bem como dos veículos de transporte.”

Resumidamente e pelo que conseguimos apurar junto de quem de direito:

1 – Os equídeos não pertencem às espécies consideradas sensíveis à doença. A febre catarral ovina só ataca ruminantes (herbívoros poligástricos) – Os equídeos são herbívoros monogástricos.

2 – A desinsectização prévia dos animais a transportar, bem como dos veículos de transporte, para a circulação de equinos de e para as zonas de protecção e de vigilância é obrigatória para evitar o risco dos animais trazerem com eles o mosquito que transmite a doença.

3 – A vila da Golegã está fora do perímetro das zonas de protecção e vigilância.


Para esclarecimento de dúvidas consulte a sua zona agrária.


Para consulta detalhada do edital clique abaixo em ficheiros disponíveis.


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