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Notícias Equestres


Azambuja - Donos éguas alegadamente electrocutadas pedem 37.500 euros indemnização
01/06/2005
Os donos das três éguas alegadamente electrocutadas na Feira de Maio, em Azambuja, pediram à autarquia indemnizações no valor total de 37.500 euros, disse hoje à Agência Lusa o presidente do Horse-Ball Clube de Alenquer.

"Juntamente com o Colégio Vasco da Gama, em Sintra, a quem pertencia uma das éguas, chegámos a um acordo e decidimos pedir 12.500 euros por cada égua", explicou Manuel Serrano.

As restantes duas éguas, e não cavalos como noticiado anteriormente, pertenciam ao Horse-Ball Clube de Alenquer.

Manuel Serrano realçou que as éguas em causa eram "animais de competição, que faziam parte do campeonato nacional de horse-ball".

"Por isso, queremos ser indemnizados o mais rapidamente possível, para que possamos substituir os animais", acrescentou.

De acordo com o presidente do clube de Alenquer, na base dos cálculos do valor da indemnização está "o custo das éguas se fossem vendidas agora e com o trabalho que tiveram para entrar em competição".

"Não estamos a pedir indemnização por danos morais, nem por perdas para o clube, porque achamos que isso não tem valor que se pague", indicou.

Para Manuel Serrano, "está provado e testemunhado que as éguas morreram electrocutadas" no sábado à noite.

"Algumas pessoas que passavam junto das boxes onde estavam as éguas também apanharam choques e mesmo um leigo em electricidade via que a instalação não tinha sido a melhor porque os fios não tinham protecção nenhuma. O cobre estava à vista. Nem sequer foi colocada fita isoladora", explicou.

O presidente do Horse-Ball Clube de Alenquer falava à saída de uma reunião com responsáveis da Câmara Municipal da Azambuja, entidade organizadora da Feira de Maio, de onde saiu com boas perspectivas.

"Estamos a tentar que seja tudo resolvido a bem e parece que há boa vontade da parte da autarquia, que já está a apurar responsabilidades", afirmou.

Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara da Azambuja, Joaquim António Ramos, garantiu que "se se verificar que há responsabilidade, directa ou indirecta, da autarquia, a Câmara irá assumir as suas responsabilidades nessa matéria".

Por enquanto, Joaquim António Ramos aguarda os resultados do inquérito aberto ao acidente e da necropsia (autópsia) que o Laboratório Nacional de Investigação Veterinária está a realizar às três éguas.


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