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Notícias Equestres


Atletas portuguesas conseguem mínimos para o Mundial de Paradressage
03/08/2005
Sara Duarte e Maria Quinta conseguiram os mínimos para o Mundial de Paradressage 2007.

Sara Duarte e Rima (grau III), a única representante da raça Lusitana em prova, classificaram-se em 11º lugar, e Maria Quinta (grau IV) e Chateauxneuf du Pape, ficaram em 13º lugar no OPEN EUROPEAN CHAMPIONSHIPS FOR DISABLE RIDERS, que se realizou de 26 a 31 de Julho na Hungria.

Num total de 58 participantes, provenientes de 17 Países, as atltetas portuguesas que estiveram lado a lado com os melhores cavaleiros e cavalos da E uropa, conseguiram os minimos para o Mundial.

Para João Cardiga, chefe da comitiva portuguesa "esta participação constituiu motivo de orgulho para os portugueses , para além de uma enorme aprendizagem para todos. Tendo em conta o nível de exigência dos Juízes internacionais e o avanço dos outros países, as percentagens obtidas pela Sara e pela Maria, sobretudo na prova free-style (60,167 e 60%), foram bastante boas".

De referir que a participação de Sara Duarte, só foi possível graças ao apoio de várias entidades patrocinadoras

O QUE é A EQUITAÇÃO ADAPTADA OU PARADRESSAGE?
Equitação Desportiva Adaptada - Utilização da Equitação como meio terapêutico e de competição.
Os objectivos a alcançar são sobretudo desportivos, de lazer ou a melhoria da forma física. Pretende-se ajudar a desenvolver capacidades necessárias à autonomia dos indivíduos.

O Técnico responsável é o Monitor de equitação, que deverá ter formação nesta área. É utilizada para pessoas com disfunções ligeiras a moderadas, que tenham pelo menos alguma capacidade de interacção com o meio.

A COMPETIÇÃO
A Equitação Adaptada insere-se na modalidade de Ensino ou Dressage e consiste, basicamente, em provas de ensino, adaptadas às dificuldades especificas de cada atleta. As provas são realizadas em picadeiro onde o conjunto deverá executar exercícios e figuras segundo um traçado predefinido.

"Os cavaleiros têm que se enquadrar dentro dos critérios mínimos de incapacidade. A sua classificação decorre do seu perfil funcional de acordo com o exposto no manual de classificação do I.P.E.C., organismo internacional que regula este tipo de competições".
O campeonato é composto por 4 provas designadas "Warm-up", "Provas Individuais" "Freestyle - com música" e "Prova de Equipa", que os atletas disputam segundo o seu grau de deficiência.

Existem 4 graus: Ao grau 1 correspondem exercícios a passo e/ou trote, o Grau 2 exige um pouco mais de trote e algumas figuras de picadeiro um pouco mais difíceis (círculos, serpentinas, diagonais), o Grau 3 exige exercícios nos três andamentos (passo, trote e galope) e o Grau 4 exige trabalho em duas pistas (ladeares, espáduas-a-dentro, etc.), portanto uma prova com um razoável nível de dificuldade. Este grau destina-se a pessoas com deficiências consideradas menores e a exigência em termos de equitação é muito maior.


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