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Notícias Equestres


2ª Feira Nacional do Toiro - Santarém, 13 - 15 Fev.
13/01/2004
A 2ª Feira Nacional do Toiro a realizar entre os dias 13 e 15 do próximo mês de Fevereiro conta com a maior concentração de criadores de toiros e cavalos jamais realizada no nosso país. Serão mais de 60, entre os mais representativos do sector nomeadamente:

Branco Núncio; Palha; Ortigão Costa; Grave; Vinhas; Samuel Lúpi; Infante da Câmara; Conde Cabral; Cunhal Patrício; Varela Crujo; Casa Cadaval; Casal Branco; Couto Fornilhos; José Palha; Veiga; Coimbra; Sociedade das Silveiras; Companhia das Lezírias; António Paim; Brito Paes; Barata Freixo; Vasco Freire; Ruy Andrade; Paulo Caetano; Lopo de Carvalho; Veiga Teixeira; Santa Maria; Quinta da Foz; Vaz Monteiro; Carlos Ferreira; Paulino da Cunha e Silva; Ernesto Castro; Canas Vigouroux; Manuel Goes; Guiomar Moura; Félix da Costa; Torres Vaz Freire; Pedro Santos Lima; João Ramalho; José Andrade; Balancho; Graciosa; Oliveira Martins; João Pedro Rodrigues; Pedro Passanha; Francisco Bessa Carvalho; Herdade da Caniceira; João Duarte; Vila Galé; Pontes Dias; Oliveira e Irmãos; Sousa Cardoso; Veiga Maltês.


Para além das associações portuguesas e espanholas: Associação do Puro Sangue Lusitano, Unión de Criadores de Toros de Lidia, Associação Portuguesa dos Criadores de Toiros de Lide e Ganaderos de Lidia Unidos.

O extraordinário êxito da 1ª edição realizada em 2003, levou a que a organização duplicasse o espaço para a edição deste ano (cerca de 20.000 metros quadrados de área coberta) podendo assim albergar para além dos referidos criadores, muitos outros expositores ligados à temática da Feira (200 no total). De salientar, os seguintes espaços:

Pablo Picasso e os toiros
João Branco Núncio (Cavaleiro referencia)
Manuel dos Santos (Matador de Toiros)
Ricardo Rhodes Sérgio (o maior cernelheiro de todos os tempos)
Vitorino Martín e Madrid (ganadero famoso + importante)
Museu Juan Barco
Museu da Praça de Toiros de Las Ventas (Madrid)
Carlos Relvas (fotografia)
Simão da Veiga (pintura)
Feira de Olivenza
Feira de Sevilla
História dos Grupos de Forcados
Exposição da evolução do cartel de toiros (Persistente)

Estarão ainda presentes, várias exposições de pintura, escultura e fotografia para além das melhores livrarias temáticas.

De referir ainda a presença de maioria dos clubes e tertúlias nacionais, artesanato, revistas da especialidade e comércio relacionado com o mundo rural.


O toiro, símbolo do campo e o campo símbolo do toiro, chegarão à cidade como emblemas de pureza, daquilo que sempre permanece e não engana. A sua rica simbologia inundará os pavilhões do CNEMA para gáudio daqueles que, vivendo na cidade, ambicionam aprofundar e desfrutar do seu conhecimento. Em dois recintos, uma pracita de toiros e um picadeiro, evoluirão em simultâneo e continuamente espectáculos versando o toiro e o cavalo.

Nos claustros do CNEMA poder-se-ão observar toiros sementais famosos (reprodutores) de ganadarias emblemáticas. Numa das naves estarão presentes, numa iniciativa a todos os títulos inédita, cavalos velhas glórias do toureio tais como o Cagancho, o Isco, o Zeus e o Damasco

A envolvencia de todo o espaço da 2ª Feira Nacional do Toiro terá um cariz marcadamente rural, estando previsto a instalação de cerca de 200 árvores de espécies mediterrânicas que contribuirão para a criação do habitat natural do toiro e do cavalo.

A organização assegura um sistema áudio visual que possibilitará a todos os visitantes em qualquer ponto do recinto, a visualização dos espectáculos a realizar. Na praça de toiros, poder-se-ão apreciar o treino dos forcados, com vacas bravas e “ferra de mertolengas”, a doma vaquera, o toureio a pé, o toureio a cavalo, o emocionante espectáculo dos recortadores de toiros, a evolução ricamente coreografada dos melhores campinos portugueses, o sempre animado e participado toiro do forcão, a equitação de trabalho pelos campeões da modalidade, a mais famosa coudelaria e verdadeiro emblema do cavalo Lusitano – Casa Veiga e o apaixonante desfile de “Gerações a cavalo”, demonstrativo da força da tradição do toureio a cavalo em Portugal.

Será homenageado pelos seus cinquenta anos de alternativa o matador de toiros Francisco Mendes

No picadeiro, evoluirão espectáculos equestres como o Ribatejo em Festa, desfile de cavaleiros e amazonas, o troféu Emoções Ibéricas de equitação de trabalho, as atrelagens, a dréssage, a exibição da Escola de Equitação Tradicional Portuguesa e a classificação de garanhões da raça Lusitana.

Estão confirmadas as presenças de artistas de nomeada como a família Ribeiro Telles, José Samuel Lúpi, Paulo Caetano, Joaquim Bastinhas, Emídio Pinto, João Salgueiro, Victor Ribeiro, Ana Baptista, José M. Duarte, Victor Mendes, Cristina Sánchez, Joaquín Díaz, José L. Gonçalves, Luís Vital Procuna, António Ferrera, Jairo Miguel, Tomás Campuzano e os mais importantes Grupos de Forcados Amadores.

Está ainda confirmado a presença do campeão nacional de Dréssage Filipe Pinto, o campeão mundial de atrelagens F. Brasseur e os campeões europeus de equitação de trabalho.

Inusitado interesse e curiosidade está a despertar o espectáculo Emoções Ibéricas verdadeiro ex-libris da Feira Nacional do Toiro,este ano dedicado aos homens que diariamente lidam com o toiro intitulado «MAIORAIS -Sonho de luzes e sombras em campo ganadero». Tal como em 2003, este espectáculo será coreografado pelo extraordinário artista andaluz Salvador Távora, numa produção conjunta com a Feira Mundial do Toiro de Sevilla.

Os espectáculos terão início às 12 horas (com excepção de Sexta feira que será às 14,30h) e decorrerão sem quebras, sem espaços mortos, de forma a manter o público pendente de todas as manifestações que constituirão sem dúvida o maior desfile de tradições vivas do mundo rural em geral e do mundo do cavalo e do toiro em particular. À semelhança do ano anterior pretende-se demonstrar que ao movimento cor e emoção característicos dos espectáculos taurinos é possível adicionar o ritmo e com isso aumentar o interesse dos espectadores. Os espectáculos terminarão cerca das 23 h nos dias 13 e 14 e às 20 h no dia 15.

Na Sexta-feira 13 e Sábado 14 no Grande Auditório haverá duas mesas redondas, que designamos por “Conversas Taurinas” uma versando o tema da corrida à portuguesa e outra a corrida à espanhola. Numa conversa informal os protagonistas do espectáculo de toiros vão contar-nos historias passadas, trocar opiniões sobre o momento actual da corrida, as figuras de ontem e de hoje, a evolução do toiro de lide etc.

Através do “saber de experiência feito”, o publico será transportado, por momentos, para o lado de dentro de um espectáculo cheio de mistérios mas que, também por isso o apaixona.

Como apoio deste incremento de eventos, haverá um aumento significativo da área de restauração de modo a poder atender os mais de 50 mil visitantes esperados em Santarém. Também o espaço para os amantes da noite foi alargado possibilitando o prolongamento do ambiente festivo até altas horas da madrugada

Um evento desta dimensão só é possível devido à participação desinteressada de muitos intervenientes, e a um avultado investimento- superior a 300 000 euros- apoiado por cerca de 30 patrocinadores que a ele aderiram, dando mostras do reconhecimento de que este conjunto de actividades constitui, no nosso país, um património cultural de grande valor, com capacidade para interessar todas as faixas da nossa sociedade e da importância que o nosso mundo rural tem para o turismo nacional.


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